Descrição
O artigo aborda o domínio do trabalho do professor, valendo-se do dispositivo de autoconfrontação para refazer as relações do gênero com a atividade. Retoma a teoria dos gêneros do discurso que, em Bakhtin, constrói-se nas cercanias do estudo do romance, para desenvolvê-la no espaço do diálogo do professor com fragmentos do trabalho de ensino, registrados em vídeo. A análise lingüística refaz o encadeamento de eventos discursivos e discute a importância de entender o gênero como um fenômeno social, ao mesmo tempo, real e subjetivo.