Descrição
Cet article porte sur l’éducation, l’esthétique et les possibilités pour une esthétique décoloniale à partir d’une expérience de recherche de médiation (inter)culturelle dans une école guarani et dans une exposition d’art à la 10e Biennale du Mercosur. Dans le contexte indigène, l’école est un espace frontalier et pour nous, elle a contribué à la compréhension d’une pensée sur la frontière qui échappe au canon occidental moderne. La médiation (inter) culturelle s’est avérée utile comme méthodologie de recherche pour réfléchir sur la je guata – la marche –, une marche d’investigation, réalisée avec un collectif scolaire guarani.||O artigo discute educação, estética e possibilidades para uma estética decolonial, a partir de uma vivência que denominamos mediação (inter)cultural em uma escola guarani e em uma exposição de arte na 10ª Bienal do Mercosul. A noção de escola (inserida no território indígena) como espaço de fronteira contribuiu para a compreensão de um pensamento fronteiriço, que escapa ao cânone moderno ocidental. A mediação (inter)cultural mostrou-se útil como método para o je guata – caminhada –, uma caminhada investigativa, realizada com um coletivo escolar pertencente ao povo guarani.